A “Paradinha – Lisboa congelada” foi a segunda missão do grupo Todos a Marar.
Contagiados pela ideia do grupo ImprovEverywhere de Nova Iorque, e pela sua conhecida missão “Frozen Grand Central“, a Marar organizou a sua segunda missão: A Paradinha, Lisboa congelada.
Organização: Agente Pandas e Agente Lapi
Vídeo: Agentes João Tocha e João Massa Pina
Meios Audiovisuais: Digital Azul
Fotografia: Agente Tea
Número de Agentes: 65
Perto das 15h00 de um Sábado cheio de Sol começaram a surgir na praça do Martim Moniz os agentes para a missão.


O agente Pandas munido do seu megafone iniciou o briefing, onde foram dadas as instruções para a missão e se deu inicio ao processo de sincronização.


Usando os telemóveis que tinham a função de temporizador foi marcado o início da Paradinha para dali a 30 minutos. Quem não tinha temporizador aproveitou para acertar os relógios, e assim poder marcar o fim dos 5 minutos de congelamento.


Às 15h50 a Rua Augusta deparou-se com mais de 60 agentes de todas as idades a congelar nas posições mais incríveis. Durante cinco minutos o tempo parou.
Desde posições menos confortáveis como o agente que a tirar uma fotografia, a situações mais arrojadas coma agente que ia colocar o cartão no multibanco houve espaço para muita imaginação.

Freeze no multibanco

O Agente Mendes a assoar-se
Ouviram-se comentários como “aqueles ficaram hipnotizados”, “isto é para o Guiness”, “eles são de uma escola de teatro” ou “isto é para um anúncio”.







A filmagem da missão foi feita discretamente com agentes disfarçados de turistas, agentes com camâras ocultas e ainda uma câmara escondida no 4º andar de um prédio. Para captar o som havia ainda um portátil a gravar, escondido num carrinho de bebé.


Quando os telemóveis deram o sinal em modo de vibração, os agentes descongelaram e seguiram com o que estavam a fazer, e ouviu-se uma salva de palmas das pessoas que foram surpreendidas.

Esta missão permitiu também aprender algumas coisas. Não organizar concentrações de malta para o briefing (por isso tivemos de mudar o local) ao pé de esquadras da policia. Os cinco minutos na rua passam muito mais rápido do que em casa. Ah e meter comida à boca faz salivar.
Foi uma experiência muito interessante. Estar a ser observado durante cinco minutos numa posição diferente do que é esperado tem a sua piada.
Podem ver aqui o filme feito pelo jornal Público.
Obrigado a todos.

